"Estamos todos deitados na sarjeta, mas alguns de nós olham para as estrelas."
Oscar Wilde
É, estamos na "sarjeta" da precária condição humana. Na "sarjeta" das condições inelutáveis do estado de ser humano, no que diz respeito à materialidade e a fatores psicológicos, morais e sociais (muitos são o que são, sempre foram e sempre serão), nada podemos fazer. Ainda assim, mesmo na condição humana, existe a possibilidade de evoluir espiritual, moral e intelectualmente.
Estamos na lama, "mas alguns de nós olham para as estrelas." , e "olham para as estrelas" em busca de transcendência, de sair da animalidade o máximo possível, de elevar a parte espiritual e moral (e algo de intelectual) a maiores alturas.
"Estamos todos deitados na sarjeta", não nos é possível levantar, todavia não precisamos chafurdar, além do impossível de se evitado, no lamaçal da ignomínia humana; e muito menos ter como ideal de vida o prazer pela lama e pelo enlamear-se.
Aqueles de nós que "olham para as estrelas" (uns, por já terem nascido com o olhar direcionado ao céu, outros que, por se esforçar em se virar, tirando o olhar do enlameado, passam a mirar as estrelas) sentem necessidade de limpeza interior, e os meios para obter essa limpeza ,obviamente, não é encontrada aqui. Eles estão fora, num plano diferente, não material, que só é possível alcançar através do espírito. Esses que almejam essa evolução espiritual cultivam hábitos e atitudes internos e externos virtuosos.
As estrelas, por sua distância, já demonstram a dificuldade da empreitada, e pelo seu brilho, a natureza luminosa dos resultados. Os benefícios dessa busca são interiores na sua maioria, e a recompensa final não pode ser auferida enquanto estamos "na sarjeta".
Estamos na lama, "mas alguns de nós olham para as estrelas." , e "olham para as estrelas" em busca de transcendência, de sair da animalidade o máximo possível, de elevar a parte espiritual e moral (e algo de intelectual) a maiores alturas.
"Estamos todos deitados na sarjeta", não nos é possível levantar, todavia não precisamos chafurdar, além do impossível de se evitado, no lamaçal da ignomínia humana; e muito menos ter como ideal de vida o prazer pela lama e pelo enlamear-se.
Aqueles de nós que "olham para as estrelas" (uns, por já terem nascido com o olhar direcionado ao céu, outros que, por se esforçar em se virar, tirando o olhar do enlameado, passam a mirar as estrelas) sentem necessidade de limpeza interior, e os meios para obter essa limpeza ,obviamente, não é encontrada aqui. Eles estão fora, num plano diferente, não material, que só é possível alcançar através do espírito. Esses que almejam essa evolução espiritual cultivam hábitos e atitudes internos e externos virtuosos.
As estrelas, por sua distância, já demonstram a dificuldade da empreitada, e pelo seu brilho, a natureza luminosa dos resultados. Os benefícios dessa busca são interiores na sua maioria, e a recompensa final não pode ser auferida enquanto estamos "na sarjeta".
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