segunda-feira, 1 de junho de 2020

Se for apenas por nós, há sempre algo.

Morrerei hoje, amanhã ou depois. Gosto na vida de poder fazer, criar, elaborar, concretizar, dar forma, mesmo que seja incompletamente. Parece ruim deixar de iniciar, completar ou dar continuidade. Que ironia! Não ser preso pelo material, mas o ser pelo fazer. 
Que tristeza! Liberta-me, ó Deus!! 

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 A morte torna (quase) tudo aqui banal. Ah, que vanidade somos!

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