Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza."
Bíblia Sagrada; Jó 42:5,6
Em <https://www.bibliaonline.com.br/acf/jó/42> Acesso em 08.01.19
Jó era um homem justo, Deus mesmo o diz (Jó 1.8), todavia nenhum homem é isento de podridão. Jó disse "Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi"; o que mostra que muitas coisas acerca de Deus e acerca da relação de Deus com o homem Jó havia ouvido e aprendido de outras pessoas, mas apenas quando ele O "vê" com seus "próprios olhos", é que o máximo do conhecimento de Deus pelo ser humano é revelado, e isso se dá através do autorreconhecimento da própria inferioridade experimentado pelo indivíduo.
Jó havia se justificado a seus amigos como sendo um homem que praticava o bem, e dentro do que ele havia aprendido, o justo é digno de felicidade; e se o justo sofre, é porque pecou gravemente e merece calamidades como castigo divino; vemos, porém, que no caso de Jó não foi assim, Deus apenas estava provando ao Diabo a excepcional qualidade de Jó.
O terrível sofrimento de Jó, além de físico e social, era muito mais psicológico, pois as calamidade que ele estava passando, para ele, eram dignas de um homem ímpio no mais alto grau, e ele não se considerava como tal. Entretanto, posteriormente, Jó declara: "mas agora te vêem os meus olhos. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.", Jó diz isso, revelando que o homem quando contempla a sublimidade de Deus, reconhece que é merecedor de calamidades, e se arrepende de ter se achado injustiçado.
O terrível sofrimento de Jó, além de físico e social, era muito mais psicológico, pois as calamidade que ele estava passando, para ele, eram dignas de um homem ímpio no mais alto grau, e ele não se considerava como tal. Entretanto, posteriormente, Jó declara: "mas agora te vêem os meus olhos. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.", Jó diz isso, revelando que o homem quando contempla a sublimidade de Deus, reconhece que é merecedor de calamidades, e se arrepende de ter se achado injustiçado.